Combate a depressão!
"Durante o sexo, estimulamos a produção do neurotransmissor dopamina, que aumenta a sensação de felicidade", explica Ana Maria Fonseca Zampieri, autora de Erotismo, Sexualidade, Casamento e Infidelidade (Ed. Ágora). E, durante a troca de fluidos, a mulher fica mais animada porque recebe o hormônio prostaglandina EI, atestam cientistas da Universidade de Albany, nos EUA.
Aumenta a expectativa de vida!
Estudo realizado pela Queens University, do Reino Unido, acompanhou por dez anos mil homens com o objetivo de relacionar frequência sexual com longevidade. Resultado? Aqueles que reportaram um maior número de orgasmos viveram mais!
Rejuvenesce!
"Sexo permeado por carícias rejuvenesce em até dez anos", garante a ginecologista Glene Faria, de São Paulo. Na transa, o corpo libera o hormônio estrogênio, que "aumenta seios e lábios, intensifica o brilho dos olhos e deixa a pele mais lisa e corada", explica a psicóloga Ana Maria Fonseca Zampieri, de São Paulo.
Cuida do coração!
"Relações sexuais de qualidade diminuem em até 30% o risco de ter um enfarte cardíaco e de desenvolver doenças vasculares cerebrais", assinala Glene. Quem está satisfeita na cama também tem mais disposição para o trabalho e menor índice de doenças como diabetes e hipertensão, indica uma pesquisa do Hospital das Clínicas de São Paulo, conduzida por dois anos com cerca de 300 mulheres.

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